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Fazendas Paraíso Fazendas Paraíso

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Fazenda Paraíso I - Sobre a fazenda

Localizada na Ilha do Marajó, Distrito do Retiro Grande, integrante da "Sesmaria dos Ferreiras", foi uma grande e arrojada empreitada capitaneada por Joana Melo Castelo Branco Rocha e seus filhos José e João Alfredo. "O amor à terra do seu Retiro Grande e o exemplo de como fazer gerações para dar continuidade ao seu trabalho", conforme bem proclamou José Ribamar Felipe Marques em sua obra intitulada como "Produção Animal na Ilha do Marajó", fez com que a Paraíso I fosse alcançando degraus, de forma a chegar ao patamar em que se encontra, selecionando animais, procedendo registros, cuidando do controle sanitário, o que lhe proporcionou por exportar animais tanto para a Venezuela como para Líbano. Aos pioneiros se juntou um apaixonado e estudioso do assunto búfalo, João Paulo Rocha, filho de José, e hoje a mola mestra do empreendimento.

A paixão pela pecuária tem origem em mais de 70 anos quando o patriarca da família, senhor Antonio Castelo Branco Rocha, resolveu procurar o Marajó com esse objetivo. Ali formou a Fazenda Santo Antônio, mais tarde fundou a Fazenda Santa Judith, ambas nas margens do Rio Ararí, e Município de Ponta de Pedras. Com a venda de tais propriedades à Família Maroja, resolveu o entusiasta piauiense, comprar as terras da "Fazenda Madre de Deus", igualmente localizada na margem do Rio Ararí, porém em lado oposto, em terras do Município de Cachoeira, denominado depois por Arariuna e posteriormente por Cachoeira do Ararí uma vez que o Rio Ararí é o limite natural entre os dois Municípios.

Vista da entrada da Fazenda Paraíso I (Marajó).

Além da pecuária, o referido senhor exerceu, naquele Município, outras atividades no setor público sendo, inclusive, por três vezes intendente Municipal, ocasião em que teve oportunidade, de entre outras coisas, dotar Cachoeira do Ararí de luz elétrica gerada por grupo gerador de propulsão a diesel, sendo este o primeiro a vir dos Estados Unidos da América o que se deu com o restabelecimento da travessia marítima do Atlântico, após o término da 2ª Guerra Mundial.


Após um breve intervalo na atividade pecuária e em consequência do falecimento de Antônio Castelo Branco Rocha, em 1955 e de sua filha Ana Maria, resolveu a família sob o comando da matriarca, Joana Melo Castelo Branco Rocha, funcionária pública aposentada, e contando com a participação efetiva de seus filhos José Melo da Rocha e João Alfredo de Melo Rocha, retornar ao Marajó, e adquirir a Fazenda Paraíso, localizada no Distrito do Retiro Grande, em Cachoeira do Ararí, no ano de 1973 (04/09/1973) e daí para frente dedicar-se única e exclusivamente à criação de búfalos.

Em pé, José, João Paulo e João Alfredo, sentada, a matriarca Joana Rocha.

Ao longo de 43 (quarenta e três ) anos de trabalho voltados à recuperação de pastos, elaboração de cercas divisórias, melhoramento genético, controle de peso e de produção leiteira, contamos com apoio financeiro do BASA enquanto que a orientação técnica foi prestada pela EMBRAPA, FCAP (hoje UFRA), UFPA e CEBRAM, a cujas instituições temos sempre uma palavra de agradecimento. Além desses organismos oficiais, contamos com a eficiente colaboração de mestres e apaixonados pela bubalinocultura, como Diomedes Barboza, Marivaldo Figueiró, José Ribamar, Norton e tantos outros.

A partir de 2006, José e João Alfredo, se tornaram titulares do empreendimento, ocasião em que a matriarca resolveu doar a propriedade aos mesmos. A administração da fazenda é feita com a presença permanente e eficaz de João Paulo Mota Melo da Rocha (filho de José), grande incentivador e apaixonado pela bubalinocultura.

A Paraíso I possui uma área de 1.200 (hum mil e duzentos) hectares e atualmente, abriga cerca de 750 (setecentos e cinquenta) animais bubalinos das raças Murrah e Mediterrâneo. Tem sido a grande preocupação dos proprietários e administradores da fazenda, dedicados à criação da espécie, a melhoria genética do rebanho, por via do uso de inseminação artificial, monta controlada e aquisição de novos reprodutores, oriundos dos mais diversos criatórios do País, alimentação saudável de forma a apresentar animais que atendam ao binômio bife + leite.

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